Banco Central registra mais de 33 milhões de chaves do PIX.
A chave PIX é uma identificação pessoal e todo cliente que quiser utilizar o sistema tem que criar essa chave. Como já falamos no artigo xxxxx, o Pix é o novo meio de pagamento criado pelo próprio BC, é um sistema que permite transferência imediata e grátis de dinheiro, e veio pra ser uma alternativa ao DOC e à TED, que além de demorar mais, ainda são pagos.
O Banco Central contabilizou até esta quarta-feira (14) o cadastro de 33.772.391 chaves de identificação do Pix. Veja abaixo as instituições que lideram o ranking com mais registros de chaves geradas:
As 10 instituições com mais chaves PIX.

Fonte: Banco Central
Entenda mais sobre a chave Pix.
O que é e como criar uma chave Pix?
A chave Pix é um “apelido” utilizado para identificar sua conta e representa o endereço da sua conta no Pix.
São quatro tipos de chaves PIX que você pode utilizar:
– CPF/CNPJ;
– E-mail;
– Número de telefone celular; ou
– Chave aleatória.
Essa última é uma forma de receber o Pix sem precisar informar quaisquer dados pessoais ao pagador. Ele será um conjunto de números, letras e símbolos gerados aleatoriamente que identificará sua conta e que poderá ser utilizado para o recebimento de recursos.
A chave vai vincular uma dessas informações básicas às informações da conta do cliente, tais como, identificação da instituição, número da agência e número e tipo de conta.
O registro das chaves Pix pode ser feito através dos canais disponibilizados pela sua instituição financeira, cada uma vai avisar a clientela como proceder. Pode ser através do app do celular, internet banking ou nas próprias agências.
Efetuando o cadastro, a instituição envia um código SMS para o número de celular cadastrado ou por e-mail e assim deverá ser inserido esse código no canal de acesso disponibilizado pela instituição financeiro ou de pagamento. Dessa forma será possível confirmar a chave gerada.
Quantas chaves Pix uma pessoa pode ter?
Serão liberadas 5 chaves para cada conta de cliente pessoa física, e 20 chaves para cada conta do qual forem titular para cliente pessoa jurídica.
Todas as chaves podem ficar numa mesma conta?
?Segundo o Banco Central, você pode vincular todas as suas chaves (CPF, número de celular e e-mail) a uma mesma conta. Dessa forma, quando o pagador iniciar o pagamento a partir de qualquer uma dessas informações, os recursos serão disponibilizados nessa mesma conta. Existe, no entanto, um limite de 5 (cinco) chaves por conta para pessoas físicas e de 20 (vinte) chaves por conta para pessoas jurídicas.
Se eu tenho mais de uma conta, posso incluir todas no Pix?
Pode ser usado chaves distintas para vincular as diferentes contas, mas NÃO é possível vincular uma mesma chave a mais de uma conta. Por exemplo, usar o CPF a conta corrente da instituição X, usar o e-mail vinculado a conta de pagamento da instituição Y, usar o número do telefone celular vinculado a conta poupança da instituição Z, etc.
A chave já está em uso por outra pessoa, o que devo fazer?
Nesse caso, você poderá iniciar um procedimento de reivindicação de posse da chave no canal de acesso de seu prestador de serviço de pagamento.
Tarifas do Pix
– Quanto o usuário pode pagar para usar o Pix?
Segundo o Banco Central, as pessoas físicas, inclusive empresários individuais, são isentas de cobrança de tarifas para:
- Fazer um Pix (envio de recursos, com finalidade de transferência e de compra); e
- Receber um Pix (recebimento de recursos, com a finalidade de transferência).
Há apenas duas situações em que as pessoas físicas poderão ser tarifadas:
- Ao fazer um Pix: quanto utilizado canal de atendimento presencial ou pessoal da instituição, inclusive por telefone, quanto estiverem disponíveis meios eletrônico;
- Ao receber um Pix: no caso de finalidade de compra, a exemplo de vendedores pessoas físicas que recebem Pix em contrapartida à venda do produto ou serviço.
– Pessoas jurídicas são isentas de tarifas do Pix?
Não, no caso de pessoa jurídica, a instituição financeira a qual o cliente possui conta pode cobrar tarifa em decorrência de envio e de recebimento de recursos, com as finalidade de transferência e de compra.
Os valores das tarifas poder ser definidos pelas instituições, a qual estão livres para fazer a precificação pelo serviço.
Importante frisar que quando do pagamento do Pix na situação de cobrança, que se assemelhe ao boleto, o pagador não poderá ser tarifado.
Segundo o Banco Central, esses valores de tarifas devem ser informados aos clientes, das seguintes formas:
- no comprovante da transação Pix e do serviço de iniciação de transação de pagamento;
- no extrato da conta, bem como no extrato anual consolidado de tarifas;
- no demonstrativo de utilização do serviço de iniciação de transação de pagamento, caso o valor não seja informado nos extratos ordinários; e
- em tabela de tarifas de serviços prestados no sítio eletrônico da instituição na internet e em demais canais eletrônicos.
Cuidado com as fraudes
Os clientes devem utilizar apenas os canais de comunicação oferecidos pelas instituições financeiras para realizar as transações. Por isso é necessário que os consumidores fiquem atentos às tentativas de fraudes, pois Golpistas podem tentar tirar proveito do desconhecimento das pessoas, usando, por exemplo, falsos links enviados por e-mail ou pelo WhatsApp.
Segundo o Banco Central, em caso de fraudes, caberá ao prestador de serviço de pagamento – o banco no qual a chave Pix está cadastrada – a análise do caso o eventual ressarcimento, a exemplo do que ocorre hoje em outras modalidades de fraudes bancárias.
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